Os tipos de empreendedores brasileiros No Brasil, segundo Piccini, existem três tipo de empreendedores: os sem oportunidade, os oportunistas e os que "pensam grande". Empreendedores no Brasil Os empreendedores sem oportunidade são aqueles que, por não terem conseguido ocupar um posto em uma empresa, partiram para um novo negócio. "Pouco qualificados, muitos fracassam ou gerem o negócio com o único objetivo de sobreviver, causando, assim, pouco impacto econômico", explicou. Já os empreendedores oportunistas possuem qualificação e ambição, mas vivem da busca constante de oportunidades pontuais e da agilidade e coragem de investir nelas. O problema deste perfil é que ele não quer montar algo duradouro, sendo seu vínculo puramente financeiro: faturar o máximo no menor tempo possível.
Os empreendedores que "pensam grande", por sua vez, são diferenciados devido ao seu caráter e comportamento, não necessariamente pela sua qualificação. Eles são ambiciosos, mas querem construir algo sólido e sustentável. Para isso, não contam com apoio do governo nem justificam suas dificuldades por conta da ausência deste suporte. Esses empreendedores, se munidos de estímulo e de líderes que não se acomodam, farão de seus negócios estruturas realmente diferenciadas e de grande impacto na economia do País. "É desse tipo de empreendedor que o cenário econômico precisa. Precisamos formar uma geração de brasileiros que se sintam mais seguros em empreender no País", afirmou Piccini.
Luiz Santos Consultor Empresarial. MBA em Gestão Empresarial. luizsantos.phd@gmail.com *Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo às fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 13h41
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A qualidade nas pequenas e médias empresas Já faz algum tempo que o conceito de qualidade faz parte da maioria das empresas. As grandes corporações, graças à sua quantidade de meios, estão trabalhando neste contexto a mais de 30 anos. Contudo, nas pequenas e médias empresas, o conceito é muito mais recente e inclusive algumas ainda não a consideram com a devida importância. O conceito de pequenas e médias empresas envolve um amplo perfil de organizações, que vão desde o empresário autônomo, a corporações com centenas de colaboradores, até a que, com poucos colaboradores, move um negócio gigantesco, ainda que neste último caso seja um pouco complicada a sua classificação. A qualidade é importante para todas elas. A pequena e média empresa necessita a cada dia, de forma mais estimulante, investir no conceito de qualidade porque é o caminho que a ajudará a melhorar sua competitividade, a reduzir custos e a ser mais eficiente. O objetivo deve ser a eliminação dos processos manuais desordenados e sem nexo, que são resultado dos erros, falta de rendimento, insatisfação de clientes e, definitivamente, menos negócios. Se nos focarmos em otimizar nossos processos, em evitar tarefas repetitivas, reduzir a mão-de-obra simples e de baixa qualidade, e levá-la a níveis mais elevados que ofereçam novas oportunidades de desenvolvimento dos nossos colaboradores, é então quando estaremos obtendo uma verdadeira eficiência baseada em um sistema otimizado, livre de erros e executado por pessoas que se sentem parte de uma aventura comum. No entanto, o maior benefício da qualidade está na otimização de processos que podemos obter quando analisamos a gestão interna da empresa e, com espírito crítico, procuramos eliminar as tarefas que não sejam necessárias, melhorar os procedimentos e, muito importante, utilizar a tecnologia para realizar e controlar as tarefas repetitivas que, habitualmente, são a causa da maior parte dos problemas, já que devem ser executadas com muita freqüência e às vezes por pessoas não familiarizadas com elas. Na minha modesta posição, sugiro aos pequenos e médios empresários que dediquem um dia desses à análise dos processos de suas empresas, que imaginem como podem otimizá-los e logo, busquem uma assessoria técnica que lhes permita transformar essas novas idéias em uma realidade de sucesso. Luiz Santos Consultor de Empresas. MBA em Gestão Empresarial. luizsantos.phd@hotmail.com *Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo às fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 13h34
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Técnicas básicas de negociação com inadimplentes. Para começar, nada de protestar o título e cancelar novas vendas. Devemos pensar em outra estratégia para este tipo de cobrança. Quando um auxiliar de cobrança vai cobrar algum cliente, precisa estar preparado, por isso a importância de verificar o histórico do consumidor e analisar, diante das possibilidades de acordo, qual irá atender melhor sua empresa. Você deve ter em mente as condições que deseja. Liste as alternativas para o acordo e escolha o mais viável: · A MELHOR – Receber tudo, tudo com multa e juros. · A ACEITÁVEL – Abrir mão da multa e dos juros e receber o principal. · A NEGOCIADA – Parcelar a divida, procurando manter multas e juros. · A “MENOS RUIM” - Não cobrar multa e juros, dar um desconto e parcelar em poucas vezes. · A “ANTES ISSO QUE NADA” – Devolução do material comprado, com depreciação. Depois da preparação inicial procure o cliente e exponha o problema do atraso. Fale com a pessoa certa, mas nada de deixar para o contato verificar o que pode fazer. Então, comece a exercer seus talentos de negociador, pois a cobrança é um momento de negociação. Pense na relação “Ganha-Ganha”. Ofereça benefícios para os clientes inadimplentes: recuperação do crédito, nome sem restrições e outros. Comece quebrando o gelo e exponha o motivo do contato, sem oferecer, inicialmente, qualquer alternativa. Nessa hora, mostre que você é o negociador: “Estou aqui para resolvermos a pendência relativa ao não pagamento de X reais e que já está atrasada em Y dias. O que o senhor propõe? Ouças as razões do cliente, mas não negocie nada sem uma proposta clara da parte dele. Se ele insistir em saber primeiro sua sugestão, com toda a firmeza, diga que quer receber tudo a vista e cobrando multas e juros pelo atraso. E espere. Sinta a reação do cliente, e controle-se. A partir desse momento, siga estas técnicas durante a negociação: Ø Ouça atentamente. Não permita que nada desvie sua atenção. O lema é: Aqui e agora. Ø Não desmereça a capacidade do outro nem se amedronte diante da autoridade dele. Ø Quando receber uma proposta não muito clara, faça perguntas para verificar seu entendimento. Ø Mostre-se firme em seu propósito, mesmo que receba elogios quanto ao produto ou serviço vendido. Ø Utilize a técnica do se/então: seja claro no que você deseja. “Se o senhor pagar ainda hoje, então poderei verificar a suspensão dos juros.” Ø Nunca interrompa a proposta do cliente, pois você estará próximo de obter o mínimo dele (quem quer pagar vai oferecer o mínimo, certo?). Depois, insista que ele precisa melhorar a oferta, mostrando a diferença entre o que ele deve e o que esta propondo. Assim, você irá estimulá-lo a criar alternativas – ás vezes, elas são melhores do que você estava esperando. Ø Nunca rejeite de cara uma proposta “indecorosa”. Mas faça-o sentir-se desconfortável, respondendo: “Vejo que estamos longe de um acordo. Eu realmente esperava encontrar uma solução”. Ø Encontre variáveis para melhorar as chances do acordo. Explore os prazos de pagamentos, suspensão de multas, etc. E se, apesar de utilizar essas técnicas, o acordo não acontecer? Não ameace e, mesmo que você saiba qual o próximo passo, informe somente que levará para sua empresa/direção os termos da conversa que tiveram para que sejam tomadas as devidas providencias. Agradeça e coloque-se á disposição caso surjam outras possibilidades. Mantenha as portas abertas, pois é sempre importante saber recuperar o valor para a empresa e o crédito para o cliente. *Matéria publicada na revista Venda Mais – Agosto/09
Escrito por Consultor Luiz Santos às 23h23
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O balde furado e a retenção de clientes. Imagine que você precisa usar um balde de água para lavar o seu carro, mas o único recipiente disponível está cheio de furos. Para mantê-lo cheio de água você tem três opções. - Encher o balde com água sem parar.
- Reparar os furos.
- Comprar um balde novo.
A primeira ação requer muito esforço, além de ser extremamente ineficiente; A terceira opção é muito dispendiosa; Portanto, há de se encontrar uma maneira para consertar os furos. O que tudo isso tem a ver com a retenção de clientes? É ainda muito comum, em algumas unidades, a utilização da primeira opção para sanar esses problemas. Em vez de corrigir a causa principal do problema de retenção de clientes. Essas unidades continuam a encher o seu “Balde” com novos clientes em substituição aqueles que escapam pelos furos. Ou será que não é verdade que a pessoa de quem mais se cobra resultados é do gerente comercial? Não é ele o principal responsável por encher o balde todo mês? E os outros gestores por que não são cobrados a respeito de retenção? De índice de inadimplência? Muitos gestores até cobram, mas não com a mesma ênfase, com um planejamento como é feito (ou deve ser) com o departamento comercial. Como resolver o problema? Que tal delegar a tarefa para todos os departamentos? Que tal confiar a cada setor a missão de não perder clientes, de tapar os furos. Sobre perder clientes vamos tratar disso em outro artigo. Para tanto, aconselho a capacitação de sua equipe. Comprometê-la com a gestão e a retenção de clientes. Se caso isso seja um problema a resolver em sua empresa, nós temos a solução. PHD – CONSULTORIA E TREINAMENTOS. Luiz Santos Consultor Organizacional. Reg. no IBCO nº 484 Contatos: (91) 8899-9882 luizsantos76@hotmail.com
Escrito por Consultor Luiz Santos às 23h20
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DEZ DICAS FINANCEIRAS PARA SUA EMPRESA EM 2011. Começar 2011 com as contas da empresa no azul e continuar assim durante todo o ano é um sonho para muitos pequenos e médios empresários. É importante estar preparado para os últimos meses do ano e início do próximo, quando despesas como 13° salário e impostos pesam no orçamento. Mas com disciplina, organização e ajuda da tecnologia é possível alcançar esta meta. Para ajudar empreendedores neste desafio enumero aqui dez dicas práticas que tem por objetivo fazer voce, empresario, executivo, empreendedor pensar no assunto. 10 dicas para começar 2011 no azul 1. Informação é poder – não confie em sua memória ou na memória de seus empregados. Mantenha registros de suas operações em planilhas ou em um sistema de gestão, dando preferência a sistemas de gestão, pois são mais seguros que planilhas; 2. Nunca, mas NUNCA mesmo, misture contas da empresa com contas pessoais – isso é, na grande maioria das vezes, uma receita para o desastre; 3. Planeje seu negócio (em geral); Se tiver um planejamento reveja detalhadamente seu plano de negócios e adapte-o às mudanças do mercado e do comércio. Muito do conteúdo desse plano vai precisar ser alterado. Isso também vai ser bom para gerar novas ideias. Se nao tiver um plano, faça um. 4. Planeje seu negócio, mas seja realista e tenha em mente que não é possível prever o futuro. Não faça projeções altamente precisas e “justas” demais, pois dificilmente elas se cumprirão da forma que você imaginou. Deixe uma considerável margem de segurança e assuma que suas receitas poderão ser menores e as despesas maiores do que o planejado – “planeje o melhor, mas esteja preparado para o pior”; 5. As pessoas mais importantes da sua vida (como empresário) são: seus funcionários, seu contador e seus advogados (acredite, são mais importantes que seus clientes…). Faça o que estiver ao seu alcance para pagá-los em dia e integralmente. São eles que vão te tirar de enrascadas caso elas aconteçam… 6. Procure profissionalizar sua empresa. Trate amigos como amigos, parentes como parentes, e profissionais como profissionais. Não permita que os papéis se misturem. Uma variação desta dica é: “nunca contrate alguém que você não possa demitir”; 7. Se passar por dificuldades financeiras e tiver que “adiar” alguns pagamentos, estabeleça prioridades – Pague primeiro as contas que podem resultar em cortes de fornecimento de produtos e serviços que afetam seu negócio, e em seguida pague as contas que envolvem juros mais altos (não deixe as finanças saírem do controle); 8. Ainda sobre dificuldades financeiras: dê preferência a pagar os fornecedores menores. Grandes fornecedores têm, em geral, mais condições de absorver impactos financeiros. Já um fornecedor menor poderá “quebrar” se não for pago, e você corre o risco de perder um parceiro importante; 9. Não “fuja” de seus credores. Muitas vezes o que seu credor mais deseja não é o pagamento, mas uma “satisfação”. Por isso seja educado, retorne as ligações e mostre-se interessado em resolver os problemas. Algumas pessoas ficarão zangadas, mas muitas reconhecerão sua integridade e procurarão ajudar (e sua reputação ganhará com isso.); 10. Tenha bom senso e consideração por seus funcionários e fornecedores. Se sua empresa estiver passando por dificuldades, seja comprometido e, mais importante, mostre-se comprometido com seu negócio. Não fique trocando de carro, fazendo viagens caras ou vivendo de forma extravagante enquanto seus funcionários e fornecedores estão com pagamentos atrasados – isso terá consequências negativas para você. SE VOCE ACHA QUE ESTE ASSUNTO PODE INTERESSAR OUTRAS PESSOAS...REPASSE-O Luiz Santos Consultor de Empresas - reg. nº 484 (91) 8899-9882 ou/e (91) 8258-0060 " Observar, Diagnosticar, Propor soluções" Associado ao Instituto Brasileiro de Consultores de Organização www.ibco.org.br
Escrito por Consultor Luiz Santos às 00h09
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Caros Empreendedores, Porque contratar uma Consultoria?
O trabalho do consultor de empresas está sendo cada vez mais requisitado. Quebrou-se o paradigma de que somente grandes organizações recorriam à consultoria. Micros, pequenas e médias empresas utilizam hoje dessa importante ferramenta, seja para ampliar sua empresa, criar um departamento, ou melhorá-lo, para contratar pessoal e outras tantas necessidades. As análises e estudos produzidos em uma consultoria oferecem amplos benefícios para estes clientes, trazendo assertividade nas decisões e maior rentabilidade a empresa.
Muitas vezes, o que se vê e uma falta natural de tempo ou necessidade de empregar seus esforços em áreas de fundamental importância à empresa por parte do empresariado em geral e, é nesse momento que a soma de uma consultoria torna-se uma ferramenta importante.
São inúmeros casos aqui na PHD CONSULTORIA de clientes que conseguiram superar obstáculos chegando até a dobrar seu faturamento após a entrada de um consultor no planejamento estratégico de sua empresa.
A consultoria acontece sempre em quatro momentos:
1. Levantamento de necessidades; 2. Implantação; 3. Execução 4. Acompanhamento. Algumas opções no portfólio da PHD CONSULTORIA E TREINAMENTOS: · Gestão organizacional; · Departamento Comercial, Vendas Externas e Telemarketing; · Modernização e reorganização de empresas · Crédito e Cobrança - redução de inadimplência; · Recrutamento e seleção. · Treinamento e Qualificação profissional para Gestores e colaboradores. Conte conosco! Ficaremos honrados em poder fazer parte do sucesso de sua organização! Luiz Santos Consultor de Empresas - reg. nº 484
(91) 8899-9882 ou/e (91) 8258-0060 " Observar, Diagnosticar, Propor soluções" Associado ao Instituto Brasileiro de Consultores de Organização www.ibco.org.br Consultor ISO 9001:2000. Consultor de Franquias - Regiao Norte (Rede de Franquias nacional) Sócio-Fundador da PHD Consultoria e Treinamentos.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 00h08
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Escrito por Consultor Luiz Santos às 01h07
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Consultoria em Pequenas e Médias Empresas.
Consultoria nas micros, pequenas e médias empresas – Quebrando paradigmas. Quando uma nova empresa é criada no mercado, seja ela de qualquer tamanho, estrutura ou característica, sempre surgem com ela expectativas de crescimento e desenvolvimento e o seu criador tem sempre a esperança de que ela se torne uma grande empresa. Mas estas empresas possuem um ciclo de vida, podendo ser este, bastante longo ou curto, dependendo de como o empresário consegue administrá-la diante da acirrada competição que hoje comanda qualquer mercado em que esteja inserida. Diante desta competitividade as empresas são influenciadas por fatores ambientais e macroeconômicos, os quais as forçam buscar alternativas que lhes proporcionem qualidade e produtividade. Assim, a mudança ou uma boa estrutura organizacional tem sido uma das opções de que se devem valer os pequenos empresários. E esse processo de mudança ou de uma nova estrutura tem origem nas idéias e em um bom planejamento estratégico. E aí deve entrar a figura do consultor. Mas por que precisam estas empresas de consultores? Porque são os consultores que conseguem diagnosticar as falhas que impedem ou comprometem os lucros e o crescimento das mesmas. Um consultor consegue enxergar, analisar e apontar soluções para os problemas em qualquer área envolvida no processo produtivo, como também nas áreas administrativa, financeira, comercial, marketing e recursos humanos. O que normalmente acontece é que as micros, pequenas e médias empresas acham que pelo seu porte, não necessitam desta consultoria, ou ainda acham que consultoria é para as grandes empresas. Precisamos quebrar este paradigma, pois se uma grande empresa que geralmente já é bem assistida por profissionais bem preparados necessita de orientações de consultores, imaginem uma empresa pequena, que simplesmente, quase sempre é dirigida ou administrada pelo próprio dono o qual muitas vezes não tem o preparo adequado para tal. Outro paradigma a ser quebrado é de que a pequena empresa não tem recurso financeiro para contratar uma consultoria. Primeiro o pequeno empresário deve encarar este desembolso, não como um custo e sim como um investimento que trará retornos, como a certeza da continuidade do seu negócio, melhor lucratividade e maior chance de crescer no mercado. Podemos ainda enfatizar que hoje existem consultorias direcionadas especialmente para as micros, pequenas e médias empresas, com preços extremamente compatíveis com os seus respectivos portes. E por fim os pequenos empresários devem se conscientizar de que sem um bom planejamento estratégico e sem uma boa administração voltada a competitividade, estarão fadados ao fracasso, como hoje já ocorre com boa parte das pequenas que não conseguem ter duração além de três anos. Luiz Santos é consultor especialista em Pequenas e médias empresas. Contatos: luizsantos.phd@gmail.com
Escrito por Consultor Luiz Santos às 01h00
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Os dez mandamentos para Fracassar nos negócios.
Sabe aqueles livros que te chamam a atenção no meio de tantos...primeiro pelo título "Os dez mandamentos para fracassar nos negócios", que loucura, agora tem mandamentos até para fracassar? Depois o livro chama a atenção pelo autor...Donald Keough, ex-presidente da Coca-Cola, bom resolvi abrir, gostei, comprei, li, re-li e agora apresento uma síntese para vocês. Os dez mandamentos para fracassar nos negócios são, segundo Donald Keough, ex-presidente da Coca-Cola: 1º) Pare de correr riscos. `Quem tem excesso de cautela pouco realizará.´ Friedrich von Schiller. Com o tempo, muitas organizações bem-sucedidas foram deixando de correr riscos importantes em momentos cruciais. Pagaram um preço alto. Nos anos 1980, 230 empresas sumiram da lista ´Fortune 500´, a relação das 500 maiores companhias dos EUA. Apenas 16 das 100 maiores organizações existentes no início do século XX continuam operando. A tentação de parar de correr riscos é grande. Chega a ser quase irresistível. Mas o fracasso é quase inevitável. 2º) Seja inflexível.`Pois esta é a tragédia do homem: as circunstâncias mudam, mas ele não.´ Maquiavel. ´O homem que jamais muda de opinião é como água estagnada, e é nela que proliferam os répteis da mente.´ William Blake. Para fracassar, seja intransigente. Mas a flexibilidade não é virtude em si mesma. A flexibilidade e a capacidade de adaptação são atributos essenciais dos líderes. 3º) Isole-se. ´É um indivíduo raro aquele que deseja ouvir o que não quer ouvir.´ Dick Cavett. ´Não considere fiéis aqueles que elogiam suas palavras e ações, e sim os que criticam gentilmente suas falhas´. Sócrates. Uma das características de muitos empreendedores lendários é o talento incomum para conhecer funcionários de todos os níveis e relacionar-se com eles. As boas notícias me enfraquecem. Não me tragam outra coisa além de problemas, disse Charles Kettering, o gênio da engenharia colaborador da General Motors durante seus anos de glória. Qualquer avanço numa organização tem, por definição, de brotar do esforço em prol da solução de um problema. 4º) Acredite ser infalível. ´Gestores se preocupam em fazer as coisas direito. Líderes se preocupam em fazer a coisa certa´. Anônimo. Caso queira fracassar, assuma a postura de líder infalível. A falha, o fracasso ou o desastre costuma ser descrito como erro coletivo abstrato, como ´A empresa fez isso´ ou a ´A empresa não fez aquilo´. Mas as empresas são construções artificiais. Elas não fazem ou deixam de fazer alguma coisa, e sim as pessoas. O erro está nos líderes empresariais. 5º) Jogue próximo à linha do pênalti. Quando o líder joga próximo à linha do pênalti, certamente não inspirará confiança nos clientes e funcionários e vai fracassar. A confiança era e continua a ser a base essencial de qualquer atividade. 6º) Não pare para pensar. Qualquer administração no cumprimento de sua emissão trapeça de vez em quando. Se o líder quiser fracassar, ele evitará observar os erros e não os analisará. A maioria dos negócios não está relacionada a assuntos de tamanha gravidade, mas cada falha nos proporciona oportunidade real de reflexão para descobrir as causas de uma decisão não ter dado certo. 7º) Confie cegamente nos especialistas e nos consultores externos. Os especialistas e os consultores já se mostraram, repetidas vezes, equivocados . Não merecem tanta credibilidade. Mas continuam rondando os corredores das empresas privadas e também dos órgãos públicos. A Coca-Cola Company, com o auxílio de especialistas, resolveu lançar a ´New Coke´ como refrigerante de melhor sabor. Os consumidores não aceitaram a mudança, e a Company anunciou a volta da antiga como a ´Coca-Cola clássica´. As vendas não só se recuperaram, como dispararam. Vale a pena admitir um erro. O ser humano é pródigo em seu perdão. 8º) Ame a burocracia. A meta de todo negócio é atender os clientes atuais com eficiência e conquistar outros novos. Todo projeto deve antes responder à pergunta básica: isso ajuda a conquistar e atender clientes? As organizações inteligentes valorizam os colaboradores, estimulam suas contribuições e encorajam seu lado criativo. Empresas burras, ao contrário, permitem às camadas de burocracia sufocar a imaginação das pessoas. 9º) Envie mensagens confusas. ´O problema com a comunicação é a ilusão de que ela ocorreu com sucesso.´ George Bernard Shaw. O envio de mensagem confusa a funcionários e clientes é bom meio de pôr em risco sua posição competitiva e encaminhar-se para o fracasso. 10º) Tenha medo do futuro. Há uma grande diferença entre a cautela quanto ao futuro e o medo incontrolado do futuro. Para almejar qualquer tipo de liderança nos negócios, é necessário ser um otimista racional. Se acreditarmos na criatividade essencial dos empreendedores, qualquer hora é bom momento para começar. Quanto às precondições, basta perguntar: ´Existem pessoas aqui? Elas comem e bebem? Há algum tipo de atividade econômica em andamento? Há meios de trocarmos bens e serviços? Se assim for, este é um bom lugar e um bom momento para dar início a um negócio.´ EXTRA: 11º) Perca a paixão pelo trabalho – pela vida. ´Nada grandioso no mundo foi realizado sem paixão.´ Georg W. Friedrich Hegel. Precisamos ser apaixonados pelo trabalho para podermos alcançar o melhor resultado possível. A maneira mais fácil de desenvolvermos paixão interior num ambiente profissional é focar, mental e emocionalmente, quatro aspectos desse mundo: os clientes, as marcas, os funcionários e, por fim, os nossos sonhos. A esperança tem duas lindas filhas, ensina santo Agostinho há uns 600 anos. Seus nomes são raiva e coragem. Raiva porque as coisas são como são. Coragem para fazer as coisas serem como deveriam ser. Se você deseja um mundo melhor para seus filhos e netos, creia. Uma pessoa pode fazer a diferença. E essa pessoa pode ser você. Como confessei, os dirigentes da Coca-Cola Company, entre os quais me incluo, cometeram erros. Nunca, todavia, por muito tempo. Isso acontece com grandes organizações e com pessoas inteligentes. Elas jamais ficam atoladas no fracasso. Embora caiam, sempre encontram formas de erguer-se e seguir em frente. ´Riram de Joana d´Arc, mas ela foi em frente apesar de tudo.´ Gracie Allen
Escrito por Consultor Luiz Santos às 17h28
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COBRAR CLIENTES INADIMPLENTES E RECUPERAR CRÉDITO.
Nestas centenas de treinamentos, palestra, workshops sobre esse assunto que ministrei nos últimos anos, pude comprovar algumas coisas que gostaria de compartilhar com você: As empresas estão, a duras penas, se sensibilizando de que, cobrar inadimplentes significa muito mais do que alguém por telefone dizendo: “Temos aqui um título seu vencido em..., ou”. “Tem um cheque seu que voltou por insuficiência de fundos...”,...E então, como fazemos. Ou ainda, “Não dá para o senhor dar uma passadinha aqui para a gente acertar essa pendência...?. Ou, Quando pessoalmente um brutamontes acompanhado de alguém do credor vai até o endereço do inadimplente e através disso tenta intimidá-lo. Esse tipo de abordagem é coisa do passado. Com o advento do Código de Defesa do Consumidor, não dá mais para ter amadores cobrando. Leia abaixo: Art. 42: “ Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça... Portanto, quem cobra pessoa tem que estar preparado para saber sair das tentativas muitas vezes utilizadas pelos inadimplentes de entender que você está ameaçando, constrangendo e outros que tais. Art..71 "Utilizar, na cobrança de dívidas, de ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas, incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou interfira com seu trabalho, descanso ou lazer” Gentileza, sutileza, boas maneiras e acima de tudo disposição para negociar são as armas mais indicadas para se obter bons resultados através da cobrança. É aí que a coisa pega. Freqüentemente quem cobra não está totalmente preparado para ouvir as evasivas, desculpas ou até mesmo verdades e saber como negociar um débito com o cliente inadimplente. Ele, por sua vez está cada dia mais bem preparado e até incentivado pelos meios de comunicação a dever sim, reconhecer o débito sim e, pagar quando puder. Há até gente especializada ensinando inadimplentes a chorar seu débito, alegar desemprego, inventar a morte da família inteira, doenças, mil dificuldades e com isso obter vantagens pintando um baita cenário negro, que por vezes não existe, e com isso, tentar envolver o credor no problema que é só dele. Quando se cobra pessoa jurídica as alegações são diferentes: não tem ninguém para assinar, o sistema está fora do ar, não recebemos o boleto, fizemos um acordo com o vendedor. Para finalizar deixo aqui algumas recomendações: 1. Venceu, cobre. Recebe primeiro quem cobra primeiro. 2. Sua missão é receber sempre o máximo, no menor prazo. 3. Tenha a mão o histórico do inadimplente para não ser pego de “calças curtas”. 4. Demonstre sempre que sua intenção é ajudar. 5. Quando negociar, sempre tente receber parte imediatamente e negocie o restante. 6. Ao ouvir coisas do tipo: sei que estou devendo, veja o que você pode fazer por mim. Não tenha dúvidas, devolva “qual é sua proposta?”. Lembre-se “O maior desafio hoje é Cobrar o inadimplente e manter o cliente! Boa sorte. Luiz Santos - é Consultor Organizacional especializado em crédito e cobrança. Contatos: 91 8258-0060
Escrito por Consultor Luiz Santos às 19h08
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Manter o emprego ou a empregabilidade? Em época de crise, recebi um e-mail bastante curioso que me levou a muitas reflexões, talvez não exatamente as que o email se propunha, fruto disso quero dividir com meus dois leitores estes pensamentos. Primeiro o e-mail No primeiro dia do mês, acenda uma vela de sete dias e coloque-a em um pires. Embaixo dele, coloque uma folha de papel de carta roxo e todas as noites, enquanto a vela arder, pegue o papel e escreva: "Meu anjo da guarda, ajude-me a manter meu emprego". Quando a vela acabar, use o papel para embrulhar um galhinho de arruda e 3 dentes de alho. Guarde tudo em uma gaveta, no local onde trabalha, e não conte a ninguém. Respeito algumas tradições, crendices e superstições, porém o e-mail me levou a uma reflexão maior: A preocupação em manter o emprego. Isso com certeza merece uma analise. A maioria das pessoas temem em perder seu emprego, em ficar desempregadas, em sair da empresa. Poucas se preocupam em perder sua empregabilidade. Uns nem se preocupam em ter empregabilidade (o que presumo já possui por estar empregado). E existem uns terceiros que nem sabem o que significa, tanto literalmente, quanto na prática o termo empregabilidade. A fonte da preocupação dos colaboradores, principalmente na atual conjuntura econômica e a redução de quadro, algo que causa insônia em praticamente todos os colaboradores. Ter medo de perder o emprego é comum, não sei se exatamente normal. Esse medo muitas vezes evita que as pessoas pensem em algo mais importante que seus empregos, a sua empregabilidade. Vamos ao termo: “ qualidade de empregável; capacidade de se conquistar e manter-se num emprego” Exposto o termo, vem a questão: como desenvolver minha capacidade/qualidade de ser empregável? De ter empregabilidade? Acredito que alguns elementos podem melhorar sua empregabilidade, garantir não só seu emprego, mas seu lugar no mercado de trabalho. - · Faça cursos de atualização, capacitação ou mesmo distração.
- · Participe ativamente dos projetos da empresa.
- · Trabalhe honesta e sinceramente seus relacionamentos inter-pessoais no ambiente de trabalho.
- · Mantenha sempre uma boa rede de contatos com profissionais da sua área que atue em outras empresas, isso geralmente acontece em seminários, palestras, congressos.
- · Invista na sua comunicação. Seja visual, verbal ou interpessoal.
- · Leia livros, revistas e artigos sobre o seu ramo de atividade;
- · Cadastre-se em sites específicos de sua área na internet, eles enviam muitas atualizações importantes.
- · Cuide de sua saúde física, mental e espiritual e financeira.
Acredito que investindo nestes pontos a sua empregabilidade será sempre alta e você não terá que se preocupar com crises, redução de quadro ou outros fatores. Sucesso sempre.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 22h23
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Não tenho religião.
Explico-me Não tenho religião. Tenho sob suspeita todas as instituições religiosas: mas tenho “sentimentos religiosos”. Para ter sentimentos religiosos eu não preciso ser adepto de religião alguma; não preciso acreditar em nada. Sentimentos não acredita. Eles simplesmente “são”. Comovo-me com um pôr do sol, sinto saudades, fico alegre numa manhã radiosa e fresca. Para isso eu não preciso acreditar em nada. Basta-me estar vivo. Assim são meus “sentimentos religiosos”: não dependem nem mesmo de que eu acredite em Deus. Lembra-se da música de Chico que fala da mãe que arruma o quarto para o filho que já morreu? Há sentimentos que crescem na ausência. Assim, posso ter sentimentos religiosos diante da ausência de Deus. Meus sentimentos religiosos se formam assim. Primeiro, é uma alegria diante da beleza da vida. Nada grandioso. Minha alegria cresce de coisas pequenas: um haicai de Bashô, um poeminha de Cecília, uma pecinha de Bach, o “Pequeno livro de Ana Madalena”, café com leite, pão e manteiga, a presença tranqüila do cachorro, o gosto e o cheiro do jambo (comi alguns ontem, na fazenda Santa Elisa), o chuveiro quente (lembram-se da cena do primeiro banho do anjo que havia se tornado homem, no filme Cidade dos Anjos?), ficar deitado na rede, o retorno da borboleta... Amo essas coisas. E o amor não suporta que elas acabem. O amor é sempre uma súplica de eternidade: “Que aquilo que se perdeu me seja devolvido!” Assim reza o amor – sempre...Essa reza é o coração da religião. E aí eu me dou conta de que essa oração não é só minha. Todas as coisas vivas desejam viver para sempre. É por isso que a natureza inventou um truque de eternidade: cada coisa viva, tem dentro de si, uma passagem de volta. É por isso que as plantas florescem. É por isso que os animais copulam. Todos querem plantar suas sementes. Cada floração e cada cópula é uma súplica de eternidade. Cada semente de planta ou bicho contém um “programa”, igual aos dos computadores, chamado DNA. O DNA de cada coisa viva é a garantia da sua eternidade. Cada semente, lugar do DNA, é um disquete com a receita para aquilo que morreu venha de novo à vida. Assombro-me que a natureza tenha inventado tal artifício de eternidade. Se não o tivesse feito, toda vida já teria desaparecido. E nós? Diferentes dos animais e das plantas. Nos animais e nas plantas o DNA é a receita completa: todas as informações estão lá. Mas nós somos diferentes. Nosso programa não está concluído. Temos de inventar o que está faltando. Há, em nossos corpos, m espaço vazio que nos desafia a criar. É o que se chama “liberdade”. A ciência, a poesia, a arquitetura, a música, a culinária, as religiões, a jardinagem, as artes eróticas, o brinquedo: tudo isso são invenções humanas para completar aquilo que falta em nosso DNA. É assim que fazemos nosso software, nossa
Escrito por Consultor Luiz Santos às 22h16
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Sobre Escolas e Fábricas
Morei próximo a uma fabrica. E diariamente assistia uma tétrica e mecanizada romaria de operários, que chegavam sonolentos pela manha e saiam esgotados a tarde. Imaginava aquela fabrica como uma maquina de sugar energia, alegria e humanidade. Os homens entravam de manha com roupas e rostos limpos, sorridentes e parecendo felizes. Mas no final do dia, saiam sujos, expressão sisuda, palavras queixosas eram ouvidas naquela estranha procissão de homens mecanizados que pareciam terem sido triturados por alguma maquina. Hoje moro perto de uma escola, e freqüentemente ouço a mesma sirene. Som rouco e estridente que corta o ar como uma lâmina. Imagino novamente a fabrica e a analogia é inevitável. Os mesmos rostos sonolentos pela manha e agora, cheios de energia, a alegria que contagia os jovens na hora da saída. A sirene do fim do turno é acompanhada de um grito de desabafo, de euforia que parece estava contida por algumas horas. Um grito genuíno de liberdade. Mas se a fabrica, essa construção que mecaniza o homem, não provocava essa euforia nos operários, porque a escola provoca? Todos sabemos que as fabricas são locais de exaustão, de trabalho físico e pesado. Mas a escola não pode ser assim. Nem pela prática pedagógica, pelo espaço e principalmente pela sirene. A escola deve ser um local de alegria, onde se entre com pressa e saia-se devagar, devagarzinho, como se sai de uma festa muito boa. Uma escola que tem uma sirene, que me faz lembrar uma fabrica não será um local de exaustão? Um local sem alegria, que mecaniza os jovens? São perguntas que me vem a mente a cada relinchar da sirene. Rubem Alves tem um conto fantástico sobre o que ocorre na maioria das escolas, é algo como “O Pinóquio ás avessas” é a história de um menino que seguindo todas as regras da escola, tornou-se desumano e ao contrario de pinóquio que se tornou humano, este garoto virou madeira. Que tal mudarmos o tom desta musica. Imaginem uma escola que tocasse musica clássica para indicar entrada, intervalo e saída. No inicio talvez causasse estranheza, assim como tudo que é novo, mas a beleza contagia, e com certeza seria uma alegria coletiva. Escrevo porque tenho esperança de que escolas não se tornem fabricas. Que não sejam lugar de mecanização, mas um local de alegria, de felicidade e por conseqüência um local de aprendizado. Luiz Santos - Consultor Organizacional, IBCO nº 484.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 22h14
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O homem que tece a rede.
A idéia que impera no mundo globalizado é de que estamos todos ligados numa rede internacional que forma a chamada aldeia global. Os homens não estão mais isolados. A comunicação é em tempo real. A rede está em toda parte. O mundo virtual nos enreda nesta rede que ninguém sabe quem teceu. Mas enquanto o mundo fala em internet, globalização, rede mundial de computadores, comércio e relacionamento, sem querer em encontrei um homem que tece uma rede completamente indiferente a esse mundo sem fronteiras que tanto se fala. Ele apenas senta na sombra de uma arvore, que fica na calçada da sua casa e tece sua rede. Rede de pesca. Rede que enlaça, que alimenta, que sustenta. Numa cidade conhecida mundialmente por seu minério elemento chave para alimentar os fornos que aquecem o mundo, conhecida também por ser a capital nacional dos hackeres, este homem aparentemente não esta nem ai para chips, computadores e complementares. Ele apenas tece a sua rede. Talvez por distração, por terapia ocupacional. Não importa ele apenas tece sua rede. Parece uma afronta a nosso mundo global. Ele é indiferente a nossa sede de orkut, msn e mercado livre. Ele está ali, tecendo sua rede. Vendo as pessoas passarem como formigas em busca de folhas. Não o vejo como um alienado, prefiro vê-lo como um sábio. Um Diogenes atual que não liga para os Alexandres que passam. A sabedoria dos que já viram muita coisa, que já viveram experiências sólidas. Que talvez já tenha percebido que o mundo vive nesse eterno retorno, sem um fim definido. E o que hoje é ultrapassado já foi novidade um dia, o mesmo que acontecera no futuro com as novidades de hoje. E se tiver tempo, talvez o homem que tece a rede, possa dizer ainda tecendo sua rede “Eu já vi esse filme antes”. Luiz Santos - Consultor Organizacional, IBCO nº 484.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 22h13
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O poder na era da informação
Uma antiga lenda japonesa relata que o poder da Deusa do sol se manifesta através de três símbolos: a Espada, o Diamante e Espelho. A espada simboliza a violência; o diamante, o dinheiro; e o espelho, a sabedoria. Durante nossa evolução, cada uma dessas formas de poder teve seu apogeu. Quando dependíamos principalmente dos frutos da terra, vivíamos no que se chamou de era da agricultura. Durante essa fase, que durou ate a Revolução Francesa, em 1789, à forma predominante de poder era a violência. A violência foi sucedida pelo dinheiro na era industrial, período que começou com a Revolução Francesa e que seu ápice na metade do século XIX, com a Revolução Industrial. A Partir da década de 70, com a popularização dos computadores, a forma dominante de poder passou do dinheiro para o conhecimento, e a humanidade entrou na era da informação. Essas formas de poder têm qualidades variáveis. A violência tem baixa qualidade; o dinheiro médio; enquanto o conhecimento se caracteriza por sua alta qualidade. Todo poder exercido através da violência é precária e dura pouco. O Domínio que os conquistadores exerceram sobre os índios durou enquanto existiam índios. E com relação aos escravos trazidos da áfrica, o domínio sobre eles cessou depois da abolição da escravatura. O poder exercido através do dinheiro é bem mais sofisticado que o da violência, mas também limitado. Os jornais noticiam casos de suborno e corrupção no mundo política. Tanto no Brasil como em outros paises, tomamos conhecimento de concorrências publicas fraudada devido ao suborno de autoridades por empreiteiras poderosas. O poder exercido pelo dinheiro nesses casos e em muitos outros é apenas temporário, pois uma vez descobertas, tais praticas perdem sua eficácia. Também no campo individual o poder do dinheiro tem limites. Por exemplo, uma pessoa pode ser inclinada a exercer uma profissão de que realmente não gosta só pelos altos rendimentos conseguidos. Nesse caso, o dinheiro exerce poder sobre as pessoas. Esse poder logo se esvai quando a pessoa descobre que devido ao estresse daquele trabalho enfadonho, desenvolveu uma ulcera crônica. Ao contrario da violência e do dinheiro, o poder do conhecimento é ilimitado. Quanto mais utilizado, mas se multiplica. Os japoneses foram arrasados durante a segunda guerra mundial. A educação e a busca de conhecimentos foram fundamentais para o Japão tornar-se líder mundial nas áreas de eletrônica e automotiva. O conhecimento também se amplia quando utilizado pelo individuo. Quando você lê um livro e depois discute os temas abordados com seus amigos, logo percebe que seu conhecimento sobre o tema aumenta. Porém é preciso esclarecer que informação não é conhecimento. Vivemos na era da informação e de pouco conhecimento. Internet, jornais, revistas e etc... Podem conter muitas informações inúteis e nenhum conhecimento aplicável, portanto, cuidado com o que você lê, pode esta colocando lixo no seu Software. De todos os instrumentos de poder, o conhecimento é o único que se amplia à medida que é compartilhado. Quanto maior o numero de pessoas que partilham de nossos conhecimentos, maior é o poder de transformação do mundo ao redor. Luiz Santos - Consultor Organizacional, IBCO nº 484.
Escrito por Consultor Luiz Santos às 22h10
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